SEO ON SITE COM WEBCEO

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SEO ON SITE COM WEBCEO

Resolva todas suas pendências de SEO On Page em uma só plataforma, com agilidade e garantia de bons resultados. Ter um site bem completo em todos os requisitos de SEO On Page já é um diferencial hoje em dia

COMO O SEO ON PAGE INFLUENCIA NO SEO DO SITE?

Ter um site bem completo em todos os requisitos de SEO On Page já é um diferencial hoje em dia. Muitos profissionais de SEO trabalham incansavelmente para trazer melhores resultados para seus clientes apenas pensando em links, sem pensar que quando a pessoa clicar naquele link, pode encontrar um site lento, com pouca usabilidade ou cheio de links quebrados.

Por isso, fizemos este artigo com várias dicas de como utilizar as ferramentas da WebCEO para ter uma análise On Page completa em seu site.

SEO ON PAGE: O QUE SIGNIFICA E COMO OTIMIZAR

SEO On Page é tudo que acontece dentro da sua página. Você pode tirar nota A nessa matéria ou deixar a concorrência te passar.

A melhor forma de pensar sobre SEO On Page é ter um conteúdo que entregue uma boa experiência para o usuário e facilidade de interpretação dos buscadores.

Para otimizar SEO On Page é necessário fazer várias alterações de código ou já iniciar um site pensando nas melhores práticas que vamos citar abaixo. É importante perceber que cada ponto desse aumenta pouco o seu “score On Page”, mas, fazendo todas as alterações abaixo, você, seu usuário e o Google vão ficar muito contentes com as mudanças.

Você pelos resultados que vai conseguir. O Google, por conseguir rastrear e indexar o site com muito mais facilidade e seu usuário por usar seu site com tranquilidade.

Para fazer essa análise, vamos pensar em 3 momentos: rastreamento, indexação e classificação.

RASTREAMENTO

É quando seu site é rastreado pelo Google. Para tal, precisamos pensar nos seguintes aspectos de SEO On Page.

Acessibilidade

Seu site precisa ser acessível pelo robô do Google em questão. Então, se você quer ser indexado pelo crawler mobile, precisa evitar que seu servidor bloqueie acessos de dispositivos móveis.

Para verificar se seu site está acessível, use a função “Buscar como o Google” no seu Google Search Console e escolha o crawler desejado.

Devemos também pensar em acessibilidade para pessoas especiais como deficientes visuais, pessoas com dificuldades motoras, deficientes auditivos ou outras peculiaridades. Um site para bebês, por exemplo, em sua versão mobile, pode se preocupar em ser acessível com uma só mão, já que com a outra o papai ou a mamãe podem estar tendo que segurar o bebê enquanto aprender a trocar a fralda.

Outro ponto de Acessibilidade é a Disponibilidade.

Disponibilidade

Caso seu site esteja rastreável, ele precisa estar disponível. Quanto maior a quantidade de vezes que o Google tentar acessar seu site e encontra-lo indisponível (erro 500), menor é a quantidade de vezes que ele voltará ao seu site.

Faz sentido, se pensar bem: se você vai a um restaurante que está sempre fechado, com certeza você vai passar a pensar que o restaurante faliu!

PARA RESOLVER: tenha um servidor bom, que garanta no mínimo 99% de uptime (tempo disponível).

Se você tiver familiaridade com servidores, a Digital Ocean é uma boa pedida. Caso prefira um servidor gerenciado por uma equipe, a Cloudways é uma boa opção (a que eu uso). Eles cuidam do servidor para você por um valor bem em conta tendo suporte 24h por dia (em Inglês).

Rastreabilidade

Caso seu site esteja Acessível e Disponível, chegou a hora de saber se você permite que o Google o acesse. Para isso, você tem que saber as regras e arquivos abaixo:

Robots.txt

É o primeiro arquivo a ser lido pelo crawler dos buscadores. Com ele, você pode delimitar o que o Google pode ou não RASTREAR. Por que o rastrear está em maiúsculo, você se pergunta.

É que uma página que está citada no robots.txt pode ou não ser INDEXADA. Provavelmente uma página com muitos links externos que está com “disallow” no arquivo robots será indexada, mas não ranqueará com plenos poderes.

Sugere-se indicar aos buscadores que não sejam rastreadas:

- Páginas que variam de acordo com a intenção do usuário: buscas internas, acessos logados ou páginas de filtro / ordenação;

- Páginas com dados sensíveis: dados de login, lista de usuários ou resultados de testes (quem passou no vestibular e seus CPF’s, por exemplo);

- Páginas só acessíveis com login: assim o Google não perde tempo tentando acessar sua área logada;

IMPORTANTE: com o robots.txt você pode direcionar o Google para rastrear apenas o que você deseje. Use isso a seu favor.

Metatag robots (Noindex, nofollow)

Vamos falar mais a frente sobre metatags, mas essas duas influenciam diretamente na sua capacidade de ser indexado ou não.

Elas se mostram assim no seu código:

<metatag name=”robots” content=”noindex,nofollow” />

Se não houver essa metatag, o que vale é que se o Google rastrear essa página, ele vai indexá-la. Ou seja, o padrão é que tudo seja rastreado seja indexado.

DICA: se você tem uma página indexada e deseja tirá-la do índice, apenas insira essa metatag no código e mande o Google rastreá-la novamente (via Google Search Console).

Se você puser no robots.txt a regra do disallow para essa página e depois inserir o noindex na metatag, o Google não vai conseguir rastrear a página e isso demorará mais para tirá-la o índice, já que ela já está indexada.

Saber para que cada coisa serve ajuda a tomar melhores decisões.

PRINCIPAIS FATORES SEO ON PAGE

VELOCIDADE

Google Page Speed Insights

Google Page Speed Insights é a ferramenta do Google destinada a trazer insights para os desenvolvedores de como deixar seus sites mais rápido (de acordo com diretrizes do próprio Google).

É interessante perceber que um fator de velocidade não é considerado nessa análise: o tempo de carregamento. O Google vai analisar seu site e perceber se, dentro de uma série de pré-requisitos, você se enquadra e quanto você se enquadra.

E o melhor: dentro da plataforma do WebCEO você pode enviar seu site para ser rastreado pelo nosso Crawler. Ao fim desse rastreio, você terá uma página riquíssima com muito conteúdo sobre a velocidade do Google Page Speed Insights. Nenhuma outra plataforma entrega insights tão ricos com tanta facilidade.

Após ver os resultados dos seus rastreios, você pode definir uma lista de to-dos para melhorar suas notas no Google Page Speed Insights. Dentro da plataforma do WebCEO mesmo você pode definir tarefas e delegar para desenvolvedores da sua equipe. O próprio Google Page Speed Insights diz quais são os erros e como consertá-los, deixando você cada vez mais próximo da nota 100/100 na ferramenta.

E, para te ajudar a acompanhar o projeto, você pode reagendar a análise para daqui 15, quando provavelmente seus desenvolvedores já terão terminado as alterações. Assim, você pode ver que os resultados melhoraram e divulgar as melhorias internamente, incentivando ainda mais que alterações como essa sejam realizadas.

WebPageTest

Fora das ferramentas do WebCEO temos o WebPageTest, que é uma ferramenta similar ao Google Page Speed Insights.

O WebPageTest é mais voltado para programadores pois traz uma série de informações detalhadas sobre as páginas, como:

·         Velocidade do primeiro carregamento (em segundos);

·         Velocidade dos carregamentos subsequentes;

·         Listas de itens do site que não estão cacheados, são muito pesados ou que travam;

·         Tempo de First Byte;

·         Tempo de Carregamento Visual completo.

·         Entre outras coisas.

Vale a pena fazer um teste e conferir quanto tempo seu site demora para carregar, além de descobrir o que mais pesa em performances ruins.

DICA: se você fizer um login, todos testes que você fizer ficarão guardados na ferramenta. É muito útil para comparar um antes e depois das melhorias de SEO On Page.

Gtmetrix

O GTmetrix é uma ferramenta bem completa que mostra o tempo de carregamento em segundos e possibilita que você faça testes todos os dias, sem nem mesmo entrar na ferramenta.

Para isso, basta fazer seu login e pedir uma auditoria diária. Além disso, ele pode te enviar um e-mail se em algum dia seu site demorar mais para carregar.

Você pode setar e-mails como:

·         Se meu site demorar 20% a mais do que no dia anterior, me notifique;

·         Notifique minha equipe se meu site demorar mais de ‘x’ segundos para carregar;

·         Quando meu site estiver fora do ar, me notifique imediatamente.

USABILIDADE

Usabilidade é o nível de facilidade de uso que seu site possui e isso depende diretamente da pessoa com quem você está falando. Sites que possuam públicos em vários países, por exemplo, precisam se preocupar com SEO Internacional. Se um desses públicos fala Mandarim (idioma principal da China), por exemplo, é importante que o site esteja pronto para textos RTL (right to left).

USABILIDADE MOBILE: APP VS VERSÃO MOBILE OTIMIZADA

Ao trabalhar com sites em suas versões móveis você pode ter 3 opções:

·         Sites responsivos;

O site continua na mesma URL e, na medida que a janela de visualização se encolhe, o conteúdo se adapta para mostrar apenas o necessário para o usuário.

É uma ótima opção aos olhos do Google, pois você não precisa se preocupar com várias coisas técnicas em relação a indexação e duplicação de conteúdo.  

·         Sites adaptativos;

A URL continua a mesma, mas o site só se adapta à tela depois de um certo limite. Por exemplo:

o    De 320 pixels de largura para baixo, aparece a versão mobile;

o    De 321 pixels a 780 pixels, a versão tablet;

o    De 780 pixels para cima, a versão Desktop.

Esse modelo possibilita três experiências diferentes com conteúdos diferentes que só aparecem quando o usuário está em determinada resolução de tela. Assim, o site mobile só carrega o que aparecerá no mobile, favorecendo a velocidade final de carregamento para usuários em celulares, coisa que o responsivo pode apenas “esconder”.

·         Sites mobile+desktop.

Essa é a versão mais complicada e que foi utilizada por muitos webmasters na época do “mobileggedon” em Abril de 2015, quando o Google falou que sites que não tinham versões móveis iriam se prejudicar muito em buscas móveis.

Essa modalidade se resume a ter um site mobile separado em m.site.com.br . Aqui é necessário pensar em tags que relacionam a página Desktop com a página mobile para não gerar conteúdo duplicado, as rel=”alternate”, bastando dizer:

o    No site m. apontar a rel alternate para a página equivalente no Desktop;

o    No site Desktop, apontar a rel alternate para a página equivalente no m.;

USABILIDADE DESKTOP

Pensar em como usuários Desktop acessarão seu conteúdo também faz parte da Usabilidade. Geralmente, leituras de textos mais complexos se dão em telas maiores, assim como tutoriais ou algo que exija reação do usuário.

Então, se você vai tentar vender um curso em que a pessoa precise usar o Photoshop, vale a pena pensar em como seu usuário lerá seu conteúdo no Desktop e ter materiais complementares para que, enquanto ele acessa via Desktop, tenha algo no mobile aprimorando a experiência dele (QR Codes, Realidade Virtual, etc).

Códigos (meta data / METATAGS)

Chegamos a parte em que trabalhamos explicitamente para os buscadores. Meta data em SEO são basicamente metatags que aparecem pouco ou quase nada para o usuário e muito para os buscadores.

Abaixo vamos listar as principais, que trazem mais resultados para os webmasters e que são fáceis de alterar.

TITLE E DESCRIPTION

Quando você busca por qualquer coisa no Google, verá vários snippets de página como o abaixo:

Você define essas metatags no nível da página (ou seja, cada página tem o seu próprio conjunto de Titles e Descriptions).

As melhores práticas para Title são:

·         Ter entre 40 e 55 caracteres (atualmente em buscas mobiles os Titles podem ter até 60 caracteres) para evitar que ele seja cortado, aparecendo as reticências

o    Na verdade esse número é uma estimativa. O Google corta ou não um Title dependendo da largura do mesmo em pixels. Então uma letra M tem mais pixels horizontais que uma letra I. Mas a regra dos 55 caracteres funciona bem na grande maioria dos casos;

·         Ser único e personalizado por página;

o    Evite ter Titles repetidos entre páginas. Para evitar isso, use a ferramenta Problemas On Site Visão Geral da WebCEO;

·         Ter a palavra-chave desejada no início;

o    Analise todos os seus Titles de uma só vez com a Problemas On Site Visão Geral dentro da WebCEO.

Já as Descriptions são tags auxiliares ao Title e não são fatores de ranqueamento. Entretanto, elas ajudam na CTR (click throught rate) do seu resultado na SERP (Search Engine Result Page), então se você se esforçar em ter Titles e Descriptions que trabalhem em conjunto, pode ter certeza que no longo prazo o resultado será compensador.

URL

Ter boas URL’s faz parte de ter uma boa Arquitetura da Informação. Basicamente, organizar todo seu conteúdo de forma que nenhum usuário se perca ao procurar intuitivamente pelo seu conteúdo é realizar essa tarefa com sucesso.

Suas URL’s devem seguir, entretanto, alguns aspectos técnicos:

·         Ter apenas caracteres minúsculos;

·         Não conter espaços ou caracteres especiais;

·         Serem o mais curtas possível;

·         Fazer com quem leia a URL entenda o conteúdo da página e onde ela está no site.

o    Por isso é importante fazer bom uso de diretórios e subdomínios, para que seu usuário saiba que está em uma determinada categoria de um blog e que lerá um conteúdo sobre SEO, por exemplo.

RICH SNIPPETS

Rich Snippets enriquecem todo seu conteúdo do seu site nas SERP’s do Google. Ou seja: você tem um site de receitas e no Google aparece uma foto da receita pronta. Um site de Vídeos? No Youtube aparece um thumbnail pré-determinado (sim, estou falando do Youtube).

Para ativar os Rich Snippets você precisa fazer alterações de marcação do seu código. É bem trabalhoso, mas o esforço é recompensador pois você aparecerá no Google assim:

FACEBOOK OPEN GRAPH E TWITTER CARDS

Tal qual os Rich Snippets, essas tags são importantes para informar às redes sociais quais partes da sua página devem ser destacadas e como.

Parecidas com o Title e o Description para o Google, o Facebook Open Graph e o Twitter Cards permitem que você destaque partes do código (ou personalize especificamente para cada rede) com textos, imagens e links.

No nosso artigo Rich Snippets e Schema Mark-up falamos detalhadamente sobre isso! Acesse em: https://www.webceo.br.com/blog/o-que-e-rich-snippets-e-schema-mark-up

CONTEÚDO

Conteúdo é rei! Quem nunca ouviu essa frase nunca foi a um evento de SEO.

O conteúdo de qualidade é a arma mais poderosa para fazer usuários que entram no seu site se apaixonarem por você, sua marca e sua empresa. Mas, para isso, você precisa pensar bem no que escrever e de que forma colocar isso dentro do seu site.

Cada público reage diferente aos conteúdos que você entrega. Então, faça uma boa pesquisa de audiência, testes A/B e descubra como seu público quer consumir o que você tem a dizer. Por exemplo: se você quer falar com estudantes e acha que vídeo é o melhor canal, pode ser que esteja errado. Às vezes um podcast bem feito ou um Instagram bem elaborado resolvem seu problema com menos trabalho e mais resultado.

PESQUISA DE KEYWORDS

Para encontrar termos que seu público utiliza você pode se utilizar das boas práticas de pesquisa de keywords:

·         visitar sites famosos do nicho;

·         conversar com seu público-alvo ativa e passivamente;

·         analisar reações e comentários e verificar o formato como se comportam;

Depois de perceber como seu público se mostra na Internet, você pode utilizar ferramentas de palavra-chave que vão te ajudar a descobrir quais palavras-chave trazem mais resultado com menos esforço. A melhor delas é a Ferramenta de Palavras-chave da WebCEO:

Nela você pode fazer pesquisas por palavras-chave que tem muito tráfego e pouca concorrência e, ainda por cima, salvá-las em uma cesta e delegar tarefas para sua equipe de redatores criarem posts e blogs para cada tema. Assim, você vai ver seu SEO decolar e saberá exatamente como cada palavra-chave influenciou na sua trajetória de sucesso.

E somado a tudo isso, a WebCEO criou uma lista de DIY SEO para você ir marcando assim que resolvido. Não é demais?

Cada um desses itens é detalhado no link e te ajuda a ter sucesso na sua lista de palavras-chave.

UMA KEYWORD POR PÁGINA

É importante que você pense que cada página deve ter uma keyword ou tema. Ou seja: se você vai falar de [madeiras nobres], escolha uma página e destrinche o tema. Se considerar que algumas ramificações merecem detalhamento, crie uma nova página faça links entre as duas, como [madeira mogno] e [madeira cerejeira].

Assim, você não tentará ranquear para [madeira cerejeira] com uma página que chama [madeiras nobres].

É um conceito antigo do Google que muitos SEOs esquecem. O mesmo se aplica para vídeos.

CONTEÚDOS POR SILOS

Quando você terminar de criar sua árvore de conteúdos e fazer os links devidos entre cada um dos textos relacionados, tente fazer com que determinados silos que você considere mais importantes recebam mais links internos.

Por exemplo, vamos imaginar que você tenha um site de viagens. Você pode categorizar seu conteúdo por continentes, depois países e, então, por regiões/cidades.

Ou outra forma seria de categorizar pensando em tipos de turismo: turismo de luxo, trilhas e caminhadas, turismo de esportes radicais ou viajantes que gostam de fotografar pássaros.

Para transformar esses conteúdos em silos, você precisa fazer uma mistura dos dois em alguns textos e dizer que Turistas que gostam de fotografar pássaros devem ir à África do Sul.  Que turistas de luxo precisam conhecer o Peru e sua culinária.

PRINCIPAIS PONTOS DE APRENDIZADO

Resumindo esse artigo todo, leve consigo que:

1)       O Google precisa encontrar seu site com facilidade, acessá-lo sempre que quiser e ser liberado para indexá-lo afim de que você ranqueie bem;

2)       Seu site precisa ser rápido, ter boa usabilidade e se utilizar bem de códigos específicos de SEO para se destacar da concorrência;

3)       O seu conteúdo deve ser primoroso. Pegue o primeiro resultado da busca do Google e tenha um conteúdo 10 vezes melhor que o dele;

Com esses três pilares principais seu site será um sucesso de SEO.

Para conseguir atingir esses 3 pilares, use as ferramentas da WebCEO e faça com que seu site trabalhe para você.

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Marcos Custódio,
Country Manager & Partnerships
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